O poder do Tarô: orientação para suas decisões
O uso das cartas como oráculo não é algo novo e, certamente, também não é uma brincadeira, como em um jogo de truco ou de Uno. O que pouca gente sabe é que o Tarô tem uma história de muito prestígio. O surgimento das cartas como as conhecemos hoje é bastante complexo, cheio de idas e vindas, condenações e revogações. Enfim, muita água rolou debaixo dessa ponte.
A origem do Tarô e sua relação com a espiritualidade
De forma resumida — bem resumida! —, as cartas, ou lâminas de Tarô, provavelmente surgiram durante o período da Renascença Italiana. Em uma época em que a Igreja Romana imperava, mandava e desmandava, o surgimento de uma ferramenta que colocava os seres humanos em contato com a espiritualidade sem o intermédio do clero não agradou nem um pouco.
Por conta dessa afronta ao poder religioso, a Igreja condenou o uso das cartas como prática do diabo. Porém, havia algo muito além disso, algo que mudaria tudo.
As cartas de Tarô eram altamente valorizadas e utilizadas pela realeza, por duques e por toda a nobreza. O valor agregado era tamanho que os duques de Milão encomendavam decks de baralhos personalizados. Dois dos baralhos mais antigos conhecidos são o de Carlos VI e o Visconti-Sforza, encomendado pelo duque Filippo Maria Visconti e utilizado como presente de intenção de casamento entre um membro da família Visconti e um membro da família Sforza.
Como a Igreja Católica não queria se indispor com os poderosos e com famílias de grande poder econômico envolvidas com o Tarô, rapidamente a condenação foi revogada. Daí vem o motivo de, até hoje, ainda existirem pessoas que, de forma bastante equivocada, associam o Tarô a práticas diabólicas.
O que esse breve passeio histórico nos revela é que as cartas sempre foram vistas como uma ferramenta poderosa de conexão com a espiritualidade, de grande valor e muito respeito. Como tal, devem ser tratadas.
Por que a leitura de cartas exige ética e responsabilidade
A seriedade por trás do uso e da leitura de qualquer tipo de baralho — seja o Tarô de Marselha, o Petit Lenormand ou qualquer outro modelo de deck — precisa ser a premissa fundamental de todo oraculista. Ler cartas não é simplesmente dar uma olhadinha e dizer, de forma simplória, o que elas representam. É preciso interpretá-las com atenção e muito cuidado, conectar-se com as energias das cartas e do consulente, e traduzir tudo isso de forma ética, respeitosa e humana.
Jamais se deve levar na brincadeira algo tão sério, pois as palavras, a forma de interpretar e o posicionamento do intérprete podem induzir o consulente ao erro. E existem erros que não têm volta. Nunca é demais lembrar que, ao lidar com outro ser humano, devemos colocar a ética em primeiro plano.
Cada lâmina transmite um significado, mas, quando combinadas, o contexto gera uma mensagem ampla e completa. É essa mensagem que buscamos: uma orientação, uma confirmação ou uma luz para que as decisões sejam tomadas com segurança e assertividade. Daí a importância de a tradução ser clara, fiel e muito séria.
Quando o consulente ignora a mensagem das cartas
Mas nem sempre o consulente parece compreender. Algumas vezes, parece até fazer questão de insistir na contramão. Embora isso escape ao controle do oraculista, é algo que nos solicita atenção. A esse respeito, vou contar um caso brevemente e, por motivos óbvios e éticos, ocultarei os detalhes.
Certa vez, uma cliente me procurou para verificar uma questão de relacionamento. O Tarô foi cirúrgico, e eu me posicionei de maneira enfática, as cartas indicavam uma péssima escolha aquela relação. Passado um tempo ela retornou com a mesma pergunta. Novamente, as cartas confirmaram que aquele envolvimento era uma má ideia. Então veio a surpresa: ela me disse que já estava envolvida, morando com o rapaz, e que todos os problemas indicados pelas cartas desde a primeira leitura estavam acontecendo.
Por mais clara que a mensagem tenha sido, o livre-arbítrio a fez seguir pelo caminho oposto, apostando as fichas em uma relação que já estava destinada ao fracasso antes mesmo de começar. O Tarô alertou: relacionamento tóxico, ciumento, controlador e gravidez indesejada. O resultado foi exatamente esse: relacionamento tóxico, ciumento, controlador e gravidez indesejada. Não tinha como ser diferente. Por sorte, no fim, muita coisa foi se resolvendo, e ela conseguiu se desvencilhar daquele emaranhado de problemas.
A decisão é sempre do consulente, sempre. Mas uma coisa é certa: é sua escolha entrar na água, mas não é sua escolha não se molhar.
Como o Tarô pode orientar decisões importantes
É por essa razão que as cartas devem ser utilizadas com respeito, seriedade e muita atenção. Eu poderia citar centenas de casos e exemplificar o quanto uma decisão bem tomada pode levar a resultados incríveis, mas vou utilizar apenas um caso pessoal para fechar o raciocínio.
Cerca de três anos atrás, eu me vi em um dilema: faço ou não faço um curso de Astrologia? E, se for fazer, é melhor esta ou aquela opção? Eu tinha três opções na mesa, e as cartas foram diretas: a resposta era sim, e para uma única opção — a Gaia Escola de Astrologia. O resultado é que hoje sou astrólogo formado e um eterno estudante apaixonado pela arte de observar o céu. Foi uma das melhores decisões que já tomei.
Tenho absoluta certeza de que, sem o Tarô, eu teria escolhido errado e me arrependeria amargamente. Se você se entrega realmente ao poder das cartas, elas entregam exatamente aquilo de que você precisa. Para saber mais sobre o Tarô e sobre meu atendimento clique no botão abaixo:
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